FIEMG propõe medidas para reduzir efeitos da pandemia - Abracomex
FIEMG propõe medidas para reduzir efeitos da pandemia
28/05/2020

Os efeitos da pandemia tem atingido diversas áreas em todo o mundo. Com intuito de evitar que chegue ao comércio exterior algumas medidas já são pontuadas. Diversos países demonstram desafios para manter a sua rotina viável dentro do mercado internacional. Motivados por estas medidas, o Brasil está se mostrando ativo e com bons resultados de importação e exportação. Este artigo abordará as principais propostas da FIEMG com foco no auxílio às indústrias durante esse período.

Por meio do Centro Internacional de Negócios (CIN), a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) sugeriu medidas. Foi produzido um documento com o levantamento de algumas propostas para o setor. Medidas estas para curto e médio prazo. A FIEMG entende ser necessário que as empresas mantenham  suas negociações. As medidas propostas para evitar ou reduzir os efeitos da pandemia visam a menor perda possível.

O enfrentamento da pandemia trouxe consequências dentro do mercado interno, principalmente por conta do isolamento social. O comércio exterior é uma das principais saídas para restabelecer as empresas e economias. Visando essa situação, especialistas concordam que o governo precisa estabelecer condições apropriadas para que as negociações continuem.

Efeitos da pandemia: Medidas sugeridas

As exportações em diversos setores, como do agronegócio, cresceram durante o período de combate ao Covid-19. Especialistas acreditam que os efeitos da pandemia podem ser menores no Brasil, comparado a outros países. A perspectiva é que no segundo semestre tenha uma normalidade de exportações e importações. Assim, como já estamos acompanhando o crescimento de alguns setores.

 

No entanto, essa movimentação do comércio internacional depende de algumas posturas. Tais como medidas de flexibilização, desburocratização e agilidade de processo. Para o enfrentamento dos efeitos da pandemia, a FIEMG propõe:

  • Flexibilização quanto às regras para documentos aduaneiros, como por exemplo o Certificado de Origem
  • Manutenção do funcionamento de portos, aeroportos e estradas. Fato que permite o livre fluxo de carga e o despacho
  • Manutenção das operações de transporte marítimo na Ásia, proporcionando agilidade para a transferência de contêineres
  • Congelamento de encargos e taxas aduaneiros

Histórico do comércio exterior e os efeitos da pandemia

No primeiro trimestre de 2020, alguns setores do comércio exterior enfrentaram alguns efeitos da pandemia. De acordo com informações da FIEMG, foi identificada uma queda de venda externa de 13% no Estado de Minas Gerais. Esse valor foi identificado entre os meses de Janeiro e Março de 2020, comparados ao mesmo período de 2019. Já as importações tiveram um recuo de 6,5% na mesma faixa comparativa.

Um dos principais problemas enfrentados pelo segmento é em relação ao transporte marítimo. Como sabemos, a pandemia teve início na China, quando o quadro era grave no país, diversos navios ficaram parados com as cargas. Consequentemente, ocorreu um aumento de 10% a 20% quanto ao frente. Os seguros, por sua vez, chegaram a um acréscimo de 50%.

Os entraves ainda podem ser identificados no transporte aéreo. Verificando-se um aumento de frete superior ao do marítimo. As linhas mistas (passageiros e cargas) foram limitadas. E os cargueiros possuem muita demanda quanto a baixa operação ou capacidade. 

Dentro dessa realidade, o Brasil é o país que pode se recuperar mais rápido dentro do mercado externo. A grande peça chave para a saída da crise refere-se justamente a efetividade das políticas econômicas e medidas adotadas. Uma forma de desburocratizar e agilizar os processos. Garantindo que o Brasil permaneça aquecido dentro do mercado internacional nesse período.

Além das medidas propostas pela FIEMG, o governo já se adiantou com medidas e ações para o comércio exterior. Como por exemplo, a redução de alíquota de imposto de importação. Da mesma maneira, agilizou a liberação de produtos evitando o desabastecimento. A expectativa é que ao fim da quarentena, o comércio internacional retorne a normalidade no mundo todo. Com grandes perspectivas favoráveis para o Brasil.

 

Efeitos da pandemia na economia

Ainda estamos dentro de um cenário para conter a contaminação do Covid-19. Gestores e economistas, no entanto, já iniciaram seus estudos e análises para identificar o custo dos efeitos da pandemia. O vírus que atingiu diversos países, provocará a desestabilização e instabilidades em suas economias. 

 

Regiões no mundo inteiro irão identificar os efeitos da pandemia nas negociações comerciais. Estudos demonstram que a América do Norte e Ásia serão os mais afetados com a queda em suas exportações. Projetando um índice de queda de 40% e 36% respectivamente. 

 

A Economia Europeia também terá retração. A economia Alemã poderá ter uma retração de 10% no segundo semestre. Um dado inédito na história recente do país. A França também já aponta uma recessão. Podendo ter queda no PIB de 6% ainda no primeiro semestre. Este é o pior resultado desde o final da Segunda Guerra Mundial.

 

Com o intuito de evitar estes efeitos da pandemia para o Brasil, medidas estão sendo propostas e colocadas em ação. Como aquelas sugeridas pela FIEMG. Auxiliando empresas brasileiras a se manterem nas negociações ou se prepararem para a retomada.

 

A perspectiva favorável para o Brasil no comércio internacional está relacionado ao seu desempenho. Apesar de começar o ano instável, teve uma forte recuperação apresentando resultados positivos e importantes nas importações e exportações. Conseguindo novos mercados e ampliando os já consolidados. Elevando a presença do produto brasileiro no exterior. Desta forma, considera-se o comércio exterior uma saída da crise econômica.

 

Como o mercado interno ainda está instável e com pouco movimento, muitas empresas estão focando no comércio exterior. Justamente por já apresentar pontos de aquecimento e medidas que favoreçam o seu crescimento. Além disso, a taxa de desemprego da área é uma das menores. Proporcionando negociações mais acelerada para a economia. 

 

A presença do Brasil no mercado internacional sempre foi muito cobrada. Com isso, o setor investiu fortemente em modernização, infraestrutura e logística. Diante do cenário da pandemia, foi uma das pautas mais relevantes, principalmente quanto às medidas para impulsionar o comércio. Conseguindo agilizar os processos operacionais das exportações e importações.

Conclusão

As propostas de medidas da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais reiteram a importância em pensar no comércio exterior. Ao reduzir ou amenizar os efeitos da pandemia, garante que o processo torna-se mais ágil e viável para as negociações. Com isso, firmar uma competitividade importante para o Brasil no mercado internacional. Promovendo consequências significativas para nossa economia.

 

As medidas endossam propostas de outras regiões que visam facilitar as atividades de exportação e importação. Podendo ser um dos grandes incentivadores para a recuperação econômica do Brasil. Aliviando ou reduzindo de forma significativa os efeitos da pandemia na economia local e brasileira. 

 

Essa é uma oportunidade de maior representação dentro do cenário externo. As medidas são ideais não só para conter os efeitos da pandemia, mas para ação a longo prazo. Podemos identificar que comércio exterior tem proporcionado resultados positivos. Elevando ainda mais sua relevância.

A importância de análise constante é primordial para os próximos passos dentro do mercado. Estudos que se iniciam na graduação. Conheça um de nossos cursos e aproveite para crescer em sua carreira.

Direção,

Marcus Vinicius Franquine Tatagiba.

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