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Exportações catarinenses crescem 4,8% em janeiro
16/02/2018

O pequeno crescimento – 4,84% na comparação com o mesmo mês de 2017 – foi suficiente para animar o meio empresarial.

As empresas catarinenses que vendem produtos para o exterior não perderam o embalo em janeiro. Após comemorar um resultado positivo em 2017, com aumento de 12% nas exportações, o primeiro mês de 2018 também fechou no verde.14

O pequeno crescimento – 4,84% na comparação com o mesmo mês de 2017 – foi suficiente para animar o meio empresarial.

O presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Glauco Côrte, ressalta que este é o melhor resultado para janeiro dos últimos seis anos, marcados por uma crise econômica brutal. O desempenho de janeiro fez com que as estimativas para o restante de 2018 também crescessem.

– Acredito que dá para repetir os 12% do ano passado. Temos muitos empresas que estão conseguindo entrar no mercado internacional. E os nossos principais compradores (EUA, China e Argentina) devem ter um crescimento considerável neste ano também, o que ajuda a alavancar as exportações – diz Côrte.

A alta foi puxada pela venda de grãos de soja, tabaco e pelo setor metalmecânico. Na outra ponta, a indústria da carne foi o único segmento com números negativos. No caso do frango, a queda foi de 11%, enquanto no suíno esse número foi de 5,6%. A explicação é que a Rússia, principal destino da carne suína catarinense, mantém um embargo desde novembro. 

A esperança, no entanto, é que o comércio seja restabelecido ainda em fevereiro. 

– Essas quedas são pontuais. Não devemos ter um resultado negativo no final do ano. A partir de março, já devemos voltar a crescer – diz Ricardo de Gouvêa, diretor-executivo do Sindicato das Indústrias da Carne de SC (Sindicarne) e da Associação Catarinense de Avicultura (Acav).

No caso do frango, o resultado negativo é explicado por uma auditoria do Ministério da Agricultura, que resultou na suspensão de várias plantas país afora, Santa Catarina incluída, por conta de algumas inconformidades. Nesse setor, Gouvêa também crê em uma rápida regularização, que trará de volta taxas positivas ainda no primeiro trimestre.

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